Paris 4º. Dia
Continua chovendo, fui ao Musée Marmottan para render minhas homenagens a Monet.
O Musée Marmottan está situado em um antigo Pavillon de Caça do Duque de Valmy. O seu acervo é uma longa e bonita história de doações. A começar por este belo edifício, doado com todo seu mobiliário e coleções de arte.
Paul Marmottan, último proprietário do lugar, era grande especialista de móveis e objetos decorativos do Primeiro Império.
A visita do museu é antes de tudo a visita da moradia de uma família rica e culta, que ao longo dos anos colecionou candelabros, lustres, esculturas, quadros, porcelanas.
O museu abriga a maior coleção de Monet fora de Giverny.
Museu Marmottan...
Monet...
Do Marmottan, que fica ao lado do Bois de Bologne, fui a pé até aos Champs-Élysées, percorrendo toda a Av. Victor Hugo, lugar chique para se morar e de lojas mais elegantes ainda... dezenas de lojas com antendentes chiquerésimas, elegantes, perfumadas, lojas aquecidas, feericamente iluminadas e nenhum cliente... 80% destas lojas as encontrei nos shoppings de Dubai, acho que é lá que os ricos vão comprar... Tax free e depois adentrar o Burj Al Arab saindo de uma Ferrari com um monte de sacolas de griffe não é um must para qualquer perua que se preze?
Lojas vazias na Av Victor Hugo...
Arco do Triunfo...
Mais tarde um almoço/jantar num restaurante indiano, chamuças e caril de cordeiro, acompanhado com nan (um pão indiano, muito parecido com o pão árabe). O restaurante La vallée du Kashmir já conheceu melhores dias, a carne do caril era moída e não em pedacinhos... A caminho do salão da cave, o cheiro de urina tentava ser disfarçado com o de incenso... Era a primeira pista para ter dado meia volta (siga as pistas... follow the tracers...)
Chamuças...
Curry de cordeiro picadinho...
Jô, sem comentários. Entraste noutra furada (a primeira foram os camarões da TAP). Essa "coisa" nem seque tem cara de caril. E aquilo são as chamuças? Tse, tse, tse, tse, tse...
ResponderExcluirVou-te fazer um caril no Rio, para compensar, não fiques triste.
Agora "Impressão, sol nascente", do Monet, por si só, vale a ida a Paris. Fiquei invejoso...