No entanto, não existe nenhum registo que possa comprovar tal teoria.
Segundo Tovar, Olisipo seria uma palavra de origem tartessa sendo o sufixo ipo frequente na região de influência Turdetano-Tartessica (1). O prefixo "Oli(s)" não seria único pois surge numa outra cidade Lusitana, de localização desconhecida, que Pomponius Mela dizia chamar-se Olitingi.
Os autores da Antiguidade explicavam através de uma lenda mítica a origem da fundação de Olisipo que atribuíam ao herói grego Ulisses.
Solinus, provavelmente baseando-se na lenda contada por Estrabão de que Ulisses teria fundado uma cidade na península Ibérica, em local incerto, chamada Odysseia, atribui a fundação de Olisipo a Ulisses.
Posteriormente, o nome latino teria sido corrompido para "Olissipona". Ptolomeu chamou a cidade de "Oliosipon".
Os visigodos chamaram-na "Ulishbona" e os mouros, que tomaram a cidade no ano 714, nomearam-na, em árabe, (al-Lixbûnâ) ou (al-Ushbuna).
Vista da Praça de touros...
Prédio da Caixa Geral de Depósitos...
Nas docas de Alcântara...
O centro histórico da cidade é composto por sete colinas, sendo algumas das ruas demasiado estreitas para permitir a passagem de veículos. A cidade serve-se de três funiculares e um elevador (Elevador de Santa Justa).
A parte ocidental da cidade é ocupada pelo Parque Florestal de Monsanto, um dos maiores parques urbanos da Europa, com uma área de quase 10 km².
Parque das Nações (Na Expo 98)...
> Parque das Nações (Na Expo 98)...
Numa esplanada da Praça de Touros...
Em Setúbal...
Em Setúbal...
Em Setúbal...
Esses aterros permitiram a criação de avenidas, a implantação de linhas de caminho-de-ferro e a construção de instalações portuárias e mesmo de novas urbanizações como o Parque das Nações e equipamentos como o Centro Cultural de Belém.
No Terreiro do Paço...
Museu da Cerveja...
Museu da Cerveja...
Praça da Figueira...
Largo de São Domingos...
No Chiado com Fernando Pessoa...
Museu da Cerveja...
Praça de Touros...
Palácio da Ajuda...
Museu dos Coches...
Martin Muniz...
Restauradores...
Assembleia da República...
Palácio Galveias...
Castelo de S. Jorge...
Castelo de S. Jorge...
Castelo de S. Jorge...
Castelo de S. Jorge...
Castelo de S. Jorge...
Rossio...
Rossio...
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(1) Os Túrdulos juntamente com os Turdetanos e os Turones, eram clãs filiados no chamado povo Turtéssico, também escrito Tartéssico. A razão de ser desta mutação fonética ficou a dever-se à instabilidade articulatória então observável entre as vogais u e a.
Anoto que os Turtéssicos, ou Tartéssicos, eram um povo emigrado da Ásia Menor nos finais do 2º milénio a. C., e princípios do 1º, que se estabeleceu no baixo Guadalquivir onde desenvolveu um florescente comércio, sobretudo de metais, designadamente o cobre e o estanho.
Com a derrota dos Focenses na batalha de Alália (535 a. C.) pelos Cartagineses, o denominado Império Tartéssico desmoronou-se, daí advindo a fuga dos Turdetanos e Túrdulos para o Ocidente Ibérico.
Os primeiros estabeleceram-se no território hoje ocupado pelas províncias do Alentejo e Algarve; os segundos dirigiram-se para Norte, tendo-se fixado na mesopotâmia formada pelos rios Douro e Tejo.
O escritor romano Plínio-o-Antigo, designava os Túrdulos pelo nome de Turduli Veteres, expressão latina que se traduz por “Túrdulos Antigos”.
Sob o ponto de vista linguístico os Túrdulos falavam um idioma que os linguistas apelidaram de aloródico, designação significativa de mistura idiomática, uma espécie de Esperanto do húngaro Zamennof, isto por conter palavras importantes de diversas origens designadamente Trácias, Frígias, Dóricas (um dialecto grego), Hititas, e Acádicas.
Os 4 primeiros idiomas citados pertencem ao grupo Indo-Europeu, enquanto que o 5º tem origem Semita.
