Vincennes também é um nome muito ligado à história de São Luís, como ficou conhecido o rei Philippe Auguste. Foi deste castelo que ele partiu rumo à Terra Santa, para participar das Cruzadas de 1248 e 1269. Em reconhecimento por seu desempenho nestas batalhas defendendo a fé cristã, ele seria canonizado pela igreja, passando à história como São Luís.
Ao fim do reinado de Carlos V, é construída em frente à muralha, a Capela de Vincennes, dedicada à Santa Trindade, e que serviria de modelo e inspiração para a futura construção da Santa Capela existente no centro de Paris. A construção da Santa Capela de Vincennes leva 228 anos, sendo que apenas em 1552 ela é concluída, já sob o reinado de Henrique II.
Entre 1270 e 1328 Vincennes foi o endereço mais importante da França. Seis reis tiveram neste castelo e palácio o seu centro de poder. Três deles aqui se casaram e dois aqui morreram.
Após a mudança da família real para Versalhes, Vincennes assume um papel bem menos glamoroso, e passa a servir inclusive como prisão de estado.
Visitei a exposição “As águias e os homens” que retrata as campanhas das guerras de Napoleão Bonaparte.
Pela ocasião do bicentenário da campanha da Rússia foi organizada esta exposição que propõe ser um retorno às fontes históricas da armada de Napoleão. Muito interessantes os registros de recrutamento do exército.
O irmão francês situa-se no “Bois de Boulogne” (16o Distrito de Paris) e chama-se “Jardin d’Acclimatation”. É o mais antigo parque de diversões da França, foi inspirado nos jardins ingleses e inaugurado por Napoleão III, há mais de 150 anos.
Voltei para o hotel passando pelo Trocadero e pela Torre Eiffel, perto da torre um carrossel fez voltar aos tempos de criança e do Luna Park...
Nenhum comentário:
Postar um comentário