sábado, 26 de maio de 2012

Dubai



Viagem de Xangai para Dubai correu bem. Atravessamos a China, o Tibete, a Índia e logo depois de 9 horas de viagem chegamos.

A temperatura aqui é em torno de 40 graus e estamos na primavera. Para nos consolarem foram logo avisando que as temperaturas no verão chegam aos 50 graus.

Dubai é uma cidade de 1.800 mil habitantes, com gente do mundo inteiro, sendo 70 % da população de estrangeiros.

Chegando aqui fui descansar na piscina do hotel que fica no 30º. andar (viagem na China foi por demais cansativa). À noite jantar com comida indiana (Frango Tandory com molho de coentros com iogurte) no hotel Hyatt.



Dubai - Sheikh Zayed Road...


Dubai - Piscina Hotel Hyatt...


Dubai - Nascer do sol visto do quarto do Hotel Hyatt...


Dubai - Entrada do metro...


Dubai - Hotel Burj Al Arab...



No segundo dia fui passear na orla, fazendo um city tour com direito a ver o Hotel Burj Al Arab (Torre das arábias), no bairro de Jumeirah (brasa do fogo de carvão), um hotel 7 estrelas, não tem quartos, só tem suítes que vão de 200 a 900 metros quadrados. Quando tu chegas ao aeroporto, podes escolher qual o carro que te vai buscar, Rolls Royce é o mais simplesinho.

Em Jumeirah, visita ao bairro em forma de palmeira roubado ao mar. Na volta fui ver de perto a Torre mais alta das arábias o Burj Khalifa. Depois passeio pela avenida mais famosa de Dubai, a Sheikh Zayed Road.



Dubai - Levando o Hotel Burj Al Arab...


Dubai - Hotel Jumeirah...


Dubai - Hotel Atlantis - Palmeira de Jumeirah...


Dubai - Burj Khalifa - Maior edifício das arábias...


Dubai - Torre das comunicações...



Visita à antiga fortaleza de Dubai, hoje museu do país onde montaram cenários recriando a vida e os costumes do povo nômade que aqui vivia em casas feitas de palmeiras.

Depois fui ao mercado das especiarias num “aquataxi” e ao mercado do ouro. Os mercados são populares, não são os freqüentados pelos mais ricos. Nada de lojas de grifes, muitas das lojas são de indianos. Não dá para não comprar umas especiarias.

No mercado do ouro muitas peças em filigrana, os árabes são uns artistas na confecção destas peças (1).

Retorno ao hotel para descansar na beira da piscina... Piscina 30º andar, admirando o deserto, quando se sai da água com o corpo molhado, a brisa faz-nos sentir mais frescos, coisas da física.

O ritmo de crescimento em Dubai é frenético, um consumo inimaginável, tem de tudo. Num dos shoppings em que fui, tem marcas muito famosas como Cartier, Tiffany, De Beers, Bulgari, Choppard, Versace, Louis Vuitton, Victor Hugo, Manolo Blahnik e mais outras centenas delas. É algo como andar em Londres, Paris, Milão, Madrid e New York tudo no mesmo espaço.



Dubai - Skyline no Creek...


Dubai - Flamboyant florindo em maio...


Dubai - Antiga fortaleza, casa de palmeira...


Dubai - Antiga fortaleza...


Dubai - Antiga fortaleza, museu etrnográfico...


Dubai - Andando de barco no Creek...


Dubai - Mercado de especiarias...


Dubai - Mercado do ouro, peças em filigrana...


Dubai - Mercado do ouro, maior anel do mundo...


Dubai - Mercado do ouro...


Dubai - Lojas de diamantes...


Dubai Mall - Shopping Center mais antigo...


Dubai - Entrando no clima, vestido a carácter...


Dubai - Vsita do quarto do Hotel Hyatt...


Dubai - Passeio na Ferrari testarossa...


Dubai - Loja de doces árabes...


Dubai - Vista do restaurante giratório do Hotel Hyatt...



Curiosidades, aqui as mulheres recebem 2 dotes do marido quando casam, um dote em jóias (muito ouro para brilhar) e dinheiro para comprar as “roupitas” e outro dote em dinheiro que serve para o caso de se divorciarem fazer parte da indenização (afinal ninguém aqui compra mulher de 2ª. mão) ou para o caso de se tornarem viúvas esse dote servirá para mantê-las.

Quando as mulheres trabalham fora, o dinheiro que ganham é só para elas, o marido é que sustenta a casa e os filhos, se o homem não tem “dindin”, não casa.

Terceiro dia em Dubai mais descanso, mais piscina, mais Dubai Mall em pleno “domingo muçulmano” que acontece à 6ª. feira e no quarto dia volta para casa.



(1) - A origem da arte milenar da filigrana não está seguramente determinada, sabendo-se apenas que a sua prática era conhecida pelos chineses e indianos, bem como pelas civilizações clássicas da bacia do Mediterrâneo, nomeadamente Grécia e Roma.
Os Árabes imprimiram uma notável vitalidade a esta forma artística de ourivesaria, concebendo, a partir da extrema maleabilidade e delicadeza dos filamentos, obras de arte que valorizaram esteticamente o desenho da linha.
Contudo, quando estes chegaram à Península Ibérica, a arte da filigrana era já conhecida e trabalhada pelos povos ibéricos. A gênese desta arte em Portugal remonta às civilizações pré-romanas que habitaram o nosso território, como o comprova diverso espólio de ourivesaria e joalharia castreja descoberto em estações arqueológicas - nomeadamente três preciosos torques filigranados, provenientes da Póvoa de Lanhoso e em exposição no Museu D. Diogo de Sousa, em Braga.
(In Infopédia [on line]. Porto: Porto Editora, 2003-2012).

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